Viagem à Índia com Ângela Sundari, Pedro Kupfer e Miguel Homem - Grupo Shanti
Últimas vagas! Este grupo está quase fechado. Se tiver interesse em participar, sugerimos que não demore para entrar em conctato. Obrigado!
[Este texto está escrito em Português do Brasil]
Muito mais do que uma simples viagem, visitar terras indianas é com certeza uma experiência de vida. Esta será uma viagem diferente de todas quantas você já tenha feito ou possa imaginar. Esta proposta de viagem foge à das convencionais, centradas no turismo, no lazer e nas compras. Visitaremos cidades sagradas e históricas, escolas de Yoga e ashrams, rurais e urbanos. Praticaremos esportes como rafting e trekking. Visitaremos as multicoloridas feiras indianas e conheceremos a excepcional cultura deste país, sua história e seu passado.
Travaremos contato com a riquíssima mitologia hindu através da narração dos diferentes mitos da tradição hindu, que serão narrados pelo Pedro, conforme formos visitando os lugares aos quais esses mitos estão associados. Praticaremos diariamente na terra que viu nascer o Yoga. Iremos conhecer o esplendor e a vigência da cultura vêdica através de suas ciências, sua literatura e seu legado espiritual. Leia mais sobre a Índia no final desta página.

Roteiro previsto, resumido (poderá sofrer pequenos ajustes)
31/01/2010 – Porto/Lisboa - Mumbai 01/02/2010 – Mumbai 02/02/2010 – Mumbai - Chennai 03/02/2010 – Chennai 04/02/2010 – Chennai - Pondicherry 05/02/2010 – Pondicherry 06/02/2010 – Pondicherry - Tanjore 07/02/2010 – Tanjore 08/02/2010 – Tanjore – Trichy - Karaikudi 09/02/2010 – Karaikudi - Madurai 10/02/2010 – Madurai 11/02/2010 – Madurai - Periyar 12/02/2010 – Peryiar - Allepey 13/02/2010 – Allepey 14/02/2010 – Allepey 15/02/2010 – Allepey - Cochin 16/02/2010 – Cochin - Mumbai 17/02/2010 – Mumbai – Porto/Lisboa
Extensão Vedanta Camp em Rishikesh
Os interessados em ter uma experiência de vida no Ashram de Swami Dayananda poderão nos acompanhar para um Vedanta Camp, intensivo de estudos de Vedanta, que começa no dia 24 de fevereiro e termina no dia 5 de março. Disponbilizaremos maiores informações brevemente neste mesmo website.

Itinerário previsto, detalhado
31/01/2010 1º dia - Porto/Lisboa - Mumbai
Voo para a Mumbai. Quarto bloqueado a partir deste dia para ocupação imediata.
01/02/2010 2º dia - Mumbai
Localizada às margens do Mar Arábico, Mumbai originalmente foi um vilarejo de pescadores englobando sete ilhas pantanosas quando foi adquirido pelos portugueses em 1534. O vilarejo passou a pertencer à coroa britânica em 1661, como parte do dote de Catarina de Bragança, na ocasião do seu casamento com Charles II. Mumbai hoje é cidade de contrastes impressionantes e uma metrópole vibrante, com alta energia. Lá, arranha-céus alternam-se com grandiosos edifícios vitorianos, tradicionais bazares cheios de vida e deslumbrantes shoppings. Mumbai é também o berço de Bollywood, a indústria cinematográfica de Índia. Chegada em Mumbai por volta das 00:20.
Na chegada no Aeroporto Internacional de Mumbai, encontraremos o nosso representante da Luxe India e iremos para o hotel onde faremos o check in. Antes do desjejum, iremos fazer a primeira prática de Yoga em terras indianas. À tarde, seguiremos para um tour pela cidade de Mumbai. Visitaremos o Gateway of India, marco principal de Mumbai. Este arco do basalto amarelo foi erguido às margens praianas de Mumbai em 1924 para comemorar a visita do Rei George V à cidade em 1911. Visitaremos um belo templo jainista e os Jardins Suspensos, que oferecem uma vista esplêndida da cidade. Também visitaremos a área de Chowpatty e o Kamala Nehru Park. Visitaremos o Yoga Institute, antiga escola de Yoga, fundada em 1918 by Shri Yogendra. Passaremos também pelo Mosteiro Haji Ali Masjid, construído em honra de um santo sufi em uma ilha a 500m da orla ligada por uma ponte até terra firme. Pararemos no dhobi ghat, uma gigantesca lavanderia a céu aberto de Mumbai, onde milhares de pessoas levam suas roupas para serem lavadas e tingidas.
02/02/2010 3º dia - Mumbai - Chennai
Prática matinal de Yoga. Pela manhã, iremos ao aeroporto para pegar o vôo 9W481 (11:05 /12:50) para Chennai. Na chegada, encontraremos um representante da Luxe India que irá nos assistir no transfer até o hotel e no check in. À tarde, prosseguiremos com um tour pela cidade para testemunharmos sua riqueza da arquitetura e cultura. Visitaremos o Government Museum and Art Gallery para admirar a galeria de belíssimas esculturas em bronze. Também visitaremos o famoso templo Kapalishvar, do s.XVI, dedicado ao Deus Shiva. A visitação de não hindus é permitida até o pátio exterior
03/02/2010 4º dia - Chennai
Chennai: chamada antigamente Madras, a capital de Tamil Nadu é uma metrópole animada que cresceu a partir de um vilarejo de pescadores em 1639. A cidade é uma curiosa combinação de monumentos da época da colonização britânica, igrejas portuguesas, templos hindus e uma das praias urbanas mais extensas do mundo. Dentre as grandes atrações de Chennai, temos Kanchipuram, a cidade "de mil templos", e a região dos Templos Costeiros em Mamallapuram, um espetacular Patrimônio Histórico Mundial.
Prática matinal de Yoga. Depois do café-da-manhã, seguiremos para Kanchipuram, a cidade dos mil templos e que já foi capital de Pallavas, Cholas e Rajas do Império Vijayanagar. Visitaremos os belos templos, construídos durante os séculos VI e VII por Pallavas À tarde, faremos uma visita à Escola Kalakshetra da Dança. Kalakshetra, situada em um recinto universitário de 100 acres que se estende em Adyar, foi aberta em 1936 por Rukmini Devi Arundale, como uma Academia Cultural da preservação de valores tradicionais na arte da índia, especialmente nas áreas de dança e música. Ela desempenhou um papel significante no reviver da arte indiana, especialmente a forma de dança de Bharatanatyam. Aproveitaremos a bela vista do mar enquanto assistimos às danças tradicionais com música. No fim do dia, visitaremos Swami Paramarthananda Saraswati, importante professor de Jñana Yoga da cidade.
04/02/2010 5º dia - Chennai - Pondicherry

Prática matinal de Yoga. Depois do café-da-manhã, seguiremos para um passeio a Pondicherry. No caminho, visitaremos o Mahabalipuram, um legado e um mundo de sonhos das artes tâmeis e exposições. Visitaremos os templos e os templos costeiros, datados do século VII, que foram declarados Patrimônio Histórico Mundial pela UNESCO. A beleza do lugar não se dá apenas pela arquitetura, mas também pelas vastas árvores casuarinas, pela praia prateada, pelos clássicos produtos feitos à mão que formam o que podemos chamar de esplendor coletivo. Continuaremos o passeio por Pondicherry. À chegada, faremos o check in no hotel.
05/02/2010 6º dia - Pondicherry
Embora Pondicherry estivesse sujeita a muitas influências européias ao longo dos anos, foram os franceses os que deixaram o legado mais durável. Eles compraram a cidade até o final do século XVII, só abdicando dela em 1954. Hoje, remanescentes franceses fazem da região um dos destinos mais encantadores e intrigantes do país, com uma atmosfera única, não sentida em qualquer outro lugar na Índia. Seus chiques bulevares, elegantes casas coloniais elegantes e jardins ornamentais datam do século XVIII.
Prática matinal de Yoga. Depois do café-da-manhã, visitaremos o Aurobindo Ashram em Auroville. Sri Aurobindo, foi um dos mais relevantes yogis do século XX. Visitaremos Matrimandir, o templo da Mãe, coração geográfico e espiritual de Auroville. O exterior é laminado com ouro, enquanto o interior é totalmente branco, contendo um cristal gigantesco no centro.
06/02/2010 7º dia - Pondicherry - Tanjore
Prática matinal de Yoga. Depois do café-da-manhã, seguiremos para Tanjore. Na chegada traslado ao hotel
07/02/2010 8º dia - Tanjore
Tanjore ou Thanjavur tem a origem do seu nome de Tanjan - um asura (demônio) que segundo a lenda local, causou devastação e foi morto por Sri Anandavalli Amman e Sri Neelamegapperumal. O último pedido de Tanjan, que a cidade tivesse seu nome, foi atendido. Thanjavur tem a reputação de ser "a tigela de arroz de Tamil Nadu". Tanjore está aninhado no delta altamente fértil do rio Kaveri, e foi a capital da dinastia Chola dos séculos X ao XIV. O grande renascimento religioso que começou pelos Pallavas em Kanchipuram culminou no edifício do magnífico templo Brihadiswara, pelos dois maiores Reis Chola, Rajaraja e seu filho Rajendra, no século XI.
Prática matinal de Yoga. Depois do café-da-manhã, faremos um tour por Tanjore, incluindo o belo templo Chola de Brihadishvara, um exemplo notável de arte dravidiana, esculpido com imagens de divindades hindus no exterior, enquanto, no interior, todos os entalhes são budistas.
08/02/2010 9º dia - Tanjore - Trichy - Karaikudi
Prática matinal de Yoga. Depois do café-da-manhã, sairemos a caminho de Karaikudi. No caminho, visitaremos a cidade de Trichy, onde presenciaremos sua rica herança cultural manifestada nos seus templos impressionantes, especialmente no Rock Fort Temple e o Srirangam, um dos maiores templos dedicados ao Deus Vishnu. A capital de Chettinad, Karaikudi é a maior cidade do distrito Sivaganga. Abriga duas famosas instituições, Alagappa University e CECRI (Instituro Central de Pesquisa Eletroquímica). Chettinad tem sido a terra de Nattukottai Chettiars (Nagarathar), uma próspera comunidade de banco e negócios que parece viver e respirar história. Muitos turistas tentam ver um pouco da história de edifícios Chettinad. Também se acredita que é uma das cidades de crescimento mais rápido na Índia. Na chegada, faremos o check in no hotel.
09/02/2010 10º dia - Karaikudi - Madurai
Prática matinal de Yoga. Depois do café-da-manhã, seguiremos para Madurai. Na chegada, faremos o check in no hotel. Resto do dia livre.
10/02/2010 11º dia - Madurai
Madurai, conhecida como a Atenas do Oriente, é um lugar de grande importância histórica e cultural. É a cidade mais antiga de Tamil Nadu. Estende-se ao longo da beira do Rio Vaigai. A lenda diz que o Deus Shiva apareceu durante um sonho ao rei Kulasekhara. O rei ficou assombrado ao ver gotas do néctar caindo na terra vindas do cabelo do Deus Shiva. Esse néctar era muito doce (madhu), e o lugar onde ele caiu veio a ser conhecido como Madhurapuri que, no decorrer do tempo, se tornou Madurai.
Prática matinal de Yoga. Depois do café-da-manhã, teremos uma experiência da rica herança cultural de Madurai, no Templo de Meenakshi, cujas torres elevadas são cobertas de estuque de divindades, animais míticos e monstros pintados em cores vívidas. O templo dedicado ao cônjuge do Deus Shiva com as suas torres que crescem acima do distrito municipal. Também visitaremos o Tirumala Nayak Palace, construído em 1636 pelo Rei Thirumalai Nayak com a ajuda de um arquiteto italiano. À tarde, poderemos presenciar a cerimônia do fogo sagrado, aarti, no Templo de Meenakshi.
11/02/2010 12º dia - Madurai - Peryiar
Prática matinal de Yoga. Depois do café-da-manhã, iremos para Periyar. Na chegada, faremos o check in no hotel. Periyar é uma área protegida e uma reserva de natureza do Project Tiger no estado indiano do Sul de Kerala. Estabelecido no alto nas montanhas do Ghats Ocidental, na fronteira com Nadu tâmil, está nos distritos de Idukki e Pathanamthitta. A área protegida cobre um espaço de 777 km², fora do qual 350 km² da zona principal foi feita no Periyar National Park e no Tiger Reserve, às vezes dublava o Periyar Wildlife Sanctuary. À tarde, visitaremos o Periyar Wild Life Sanctuary. O santuário de vida selvagem Periyar tem um pitoresco lago no centro. Formado com a construção de uma represa em 1895, estes meandros de reservatório em volta dos contornos das colinas arborizadas provêem uma fonte permanente de água da vida selvagem local. Na parte coberta das montanhas, o ambiente do santuário e o ar fresco da floresta úmida dá a possibilidade de experimentar paz e serenidade.
12/02/2010 13º dia - Peryiar - Allepey
Prática matinal de Yoga. Depois do café-da-manhã, iremos para Alleppey. Na chegada, faremos o check in no hotel. O resto do dia será livre para passeios e compras.
13/02/2010 14º dia - Allepey
Prática matinal de Yoga. Hoje faremos um cruzeiro em kettuvalam, um tradicional barco de arroz, navegando pelas águas de cor verde esmeralda. Descobriremos o verdadeiro sabor de velejar em Kerala pelos incríveis caminhos d’água e presenciaremos a beleza natural com a experiência de ver uma maneira de vida mudada pelos séculos.
14/02/2010 15º dia - Allepey
Prática matinal de Yoga. Dia livre para passeios e compras.
15/02/2010 16º dia - Allepey - Cochin
Prática matinal de Yoga. Depois do café-da-manhã, partiremos para Cochin. Lá, faremos o check in no hotel.
Cochin é a cidade mais encantadora do estado de Kerala, mas, muito antes do turismo, tornou-se o primeiro porto da chegada de árabes e chineses e, posteriormente, dos comerciantes ocidentais. Este cosmopolita movimento deu à cidade a alcunha de Rainha do Mar Arábico. Atraídos pela promessa do lucro fácil com as especiarias, os portugueses chegaram em 1500, seguidos pelos holandeses, que aqui se estabeleceram em 1663. Os britânicos se apossaram dela em 1795. Cada uma destas influências deixou sua marca, resultando em uma cultura distintamente indo-européia, muito evidente na sua arquitetura.
À tarde, faremos um passeio pela cidade. Visitaremos as redes de pesca chinesas do Forte Kochi e testemunharemos uma muito curiosa e excepcional forma de pesca. Iremos, também, ao Palácio Mattancherry, conhecido igualmente como Palácio Holandês, e ao bairro dos judeus, que inclui uma antiga sinagoga. Visitaremos os mercados de temperos e os antigos bazares do bairro judeu.
16/02/2010 17º dia - Cochin - Mumbai
Prática matinal de Yoga. No começo da tarde traslado ao aeroporto e vôo a Mumbai 9W402 13:00 / 14:40. Na chegada traslado ao hotel para descanso. No final da noite traslado ao aeroporto e vôo de volta ao Brasil.
17/02/2010 18º dia - Mumbai - Porto/Lisboa
18/02/2010 20º dia - Extensão VEDANTA CAMP em RISHIKESH
Os interessados em ter uma experiência de vida no Ashram de Swami Dayananda poderão nos acompanhar para um Vedanta Camp, que começa no dia 24 de fevereiro e termina no dia 5 de março. Mais informações clicando aqui.
No caso de fazer esta extensão terá de adquirir a viagem interna Cochin - Delhi. Recomendamos que o voo chegue a Mumbai, mas regresse de Delhi, que é no Norte, a capital da Índia, e com o aeroporto internacional mais próximo de Rishikesh. Tudo isto pode ser direccionado pelo Miguel (miguelhomem@gmail.com ou 917586007 917586007 )

Valores
PARTE AÉREA: Porto/Lisboa – Mumbai – Porto/Lisboa
Sob consulta, por favor contacte-nos (miguelhomem@gmail.com) para que lhe seja indicado melhor itinerário e preço da viagem.
PARTE TERRESTRE (por pessoa):
Grupos de 15 passageiros ou mais: US$ 3.980,00 (aproximadamente 2822€) Adicional para quarto individual: US$ 1.490,00 (aprox. 1057€)
Esse preço está garantido até o dia 15 de Dezembro de 2009.
Informação importante: Esse preço esta garantido até essa data para grupos com 15 ou mais passageiros. Caso o grupo alcance o número entre 10 a 14 passageiros, o preço terá um acréscimo de US$ 190,000 (aprox. 135€) por pessoa.
Caso o grupo seja menor do que 10 passageiros a viagem será cancelada ou um novo aumento no preço será estipulado, baseado no número de interessados.
Banco para pagamento:
Nome do Banco: Standard Chartered Bank Morada do Banco: 10, Parliament Street, New Delhi 110 001, India, Número da conta: 525-0-504229-7 525-0-504229-7 Beneficiário: Le Passage to India Tours & Travels Pvt. Ltd. - Swift Code: SCBLINBBXXX
Atenção: Os valores em dólar serão convertidos para euros no dia do pagamento. Para consultar a taxa de câmbio, veja: http://www.bportugal.pt/rates/cambtx/txrefer/TCReur_p.htm

Hotéis:
Allepey: Kayaloram Lake Resort - http://www.kayaloram.com/ Índia - Allepey
Chennai: The Park Chennai - http://www.theparkhotels.com/park/chennai/hotels Índia - Chennai
Cochin: Casino Hotel - http://www.cghearth.com/casino_hotel/index.htm Índia - Cochin
Karaikudi: Chettinadu Mansion - http://www.chettinadumansion.com/home01.htm Índia - Karaikudi
Madurai: Sangam Madurai - http://www.hotelsangam.com/mindexmad.html Índia - Madurai
Mumbai: Gordon House South Delhi - http://www.ghhotel.com/gh_mumbai_south.html Índia - Mumbai
Mumbai: The Mirador (Airport) - http://www.themirador.com/ Índia - Mumbai
Pariyar: Cardamom County - http://www.muthoothotels.com/php/mcc_showContent.php?linkid=83 Índia - Periyar
Pondicherry: Anandha Inn - http://www.anandhainn.com/accommodation.html Índia - Pondicherry
Tanjore: Sangam Hotel - http://www.hotelsangam.com/tindextan.html Índia - Tanjore
O valor da parte terrestre inclui:
• Acompanhamento da operadora em traslados para hotéis, aeroportos e embarques (nos aeroportos em que puder entrar)
• Acomodação nos hotéis citados, ou similares, em quartos duplos, com café da manhã
• Acompanhamento de Pedro Kupfer, Angela Sundari e Miguel Homem a partir de Mumbai. Eles não retornam nem ao Brasil nem a Portugal com o grupo.
• Acompanhamento de guia local nos passeios programados
• Ingressos e passeios especificados no roteiro
• Transporte especificado no roteiro, em veículos com ar-condicionado
• Voos Mumbai/Chennai & Cochin/Mumbai em classe econômica
• Franquia de bagagem aérea 1 mala de até 20kg nos voos intercontinentais e domésticos, uma bolsa de mão de até 5kg. Algumas Companhias Aéreas permitem 2 malas (até 23kg cada) nos voos transatlânticos; na prática, esta franquia não está garantida nos vôos entre Europa/África e Ásia/Austrália. (De qualquer forma, aconselhamos os passageiros a levar somente 1 mala (até 20kg) para evitar eventuais transtornos e/ou cobrança de excesso);
O valor da parte terrestre não inclui:
• Voos internacionais São Paulo – Mumbai – São Paulo ou Porto/Lisboa – Mumbai – Porto/Lisboa, assim como, no caso da extensão, o voo interno Mumbai - Delhi.
• Alimentação
• Taxas de embarque
• Vistos para Índia
• Gorjeta aos carregadores de mala, motoristas e guias locais
• Extras pessoais
• Qualquer item não citado acima
Aviso Importante:
Havendo conveniência, a ordem dos passeios em cada cidade poderá ser alterada.

Ângela e Pedro na Caverna de Jhilmil
Ângela Sundari
Ângela Sundari é yogini por nascimento e vocação. Ela e Pedro, seu marido, moram na praia de Mariscal, em Santa Catarina. Viajam juntos, seis meses por ano, pela Índia e o Oriente, onde o casal estuda, pratica, pesquisa, surfa e aperfeiçoa seus conhecimentos. Ângela coordena as atividades de Yoga de nossas viagens de estudos.
Pedro Kupfer
O yogi Pedro nasceu no Uruguai há 43 anos. Descobriu o Yoga aos 16 anos e pratica, aprende, estuda e ensina desde então. Pedro escreveu e traduziu vários livros sobre Yoga, além de ser editor das revistas Prana Yoga Journal, Cadernos de Yoga e do website www.yoga.pro.br, veículos especializados nesta filosofia. Quando não está viajando, ensinando ou praticando, gosta de surfar e cozinhar.
 Miguel em Mahabalipuram
Miguel Homem
Miguel ensina Yoga no Porto, em Portugal. Conduz cursos e retiros, escreve e edita o site www.dharmabindu.com, de estudos sobre o Yoga e o dharma. Acima de tudo procura passar a visão do Dharma Védico que norteia a sua vida. Miguel é um apaixonado pelo ensinamento da Índia Védica e anualmente viaja para lá para estudar com o seu Mestre Swami Dayananda, junto com Pedro Kupfer e Ângela Nardi, de quem é amigo, aluno, parceiro e o que mais a vida trouxer.
Notas:
1. A Operadora de Viagens Latitudes está sujeita às oscilações de mercado que ocorrem independentemente de nossa intervenção e prévio conhecimento e, alheios à nossa vontade, implicam em eventuais reajustes nos preços divulgados acima. Entre os valores que podem oscilar temos: tarifas aéreas, câmbio do dólar, taxas de segurança aeroportuárias. Com relação aos dias de viagem discriminados, eles poderão sofrer pequenas alterações, normalmente 1 (um) dia a mais ou 1 (um) dia a menos, em função das mudanças efetuadas pelas companhias aéreas, na freqüência de seus vôos ou na mudança de horários.
2. Devido a circunstâncias absolutamente excepcionais, a rota aérea acima especificada pode ser alterada, ficando a critério da Latitudes a decisão de escolher rotas distintas e a responsabilidade da comunicação em tempo hábil.
A programação apresentada segue o cronograma indicado no roteiro acima. Entretanto, horários de trem, vôos internos, etc., podem, em situações excepcionais, variar, e serão ajustados conforme a necessidade.
* Leia também com atenção as Condições Gerais para esta viagem. Veja o site aqui
Informação Importante sobre Bagagem de Mão
• Substâncias líquidas como gel, pasta dental, creme, aerossol e outras similares terão de ser conduzidas em frascos de até 100ml, em embalagens plásticas transparentes e vedadas.
• Líquidos em frascos com mais de 100ml não podem ser transportados mesmo se a embalagem estiver parcialmente cheia.
• Estão fora da restrição medicamentos sob prescrição médica, alimentação de bebês e líquidos de dietas especiais na quantidade necessária a ser utilizada no período do vôo.
• De acordo com a publicação, todos os passageiros de vôos internacionais, inclusive aqueles alocados exclusivamente em trechos domésticos ou que necessitem utilizar o salão de embarque internacional, terão de cumprir as novas exigências.
Visto
Em Portugal o visto para a Índia pode ser conseguido junto do Consulado da Índia. O Visto de Turismo é emitido para 6 meses com entradas múltiplas e é não preciso registar a chegada. O Visto tem um custo de 50€.
Para quem vive fora de Lisboa o visto pode ser conseguido enviando-se o passaporte junto com duas fotografia e o formulário (de que pode fazer download no site) preenchido acrescido de cheque ou vale postal cobrindo a taxa e custo de devolução do Passaporte. Tenha em atenção que os passaportes têm de ter uma validade superior a 6 meses para que o passaporte seja aceite e o visto seja emitido.
Contactos:
A Secção Consular de Embaixada da Índia está instalada na:
Embaixada da Índia Rua Pêro da Covilhã, 16 - Restelo 1400-297 LISBOA
Telefone: 213 041 090 213 041 090 Fax do Consulado: 213 021 494 213 021 494
Horário de funcionamento: 9.30 h às 12.00 h de Segunda a Sexta.
A Encarregada da Secção Consular poderá resolver casos de emergência.
Email: consular@indembassy-lisbon.org
Vacinas
A partir de Portugal não existem vacinas obrigatórias para entrar na Índia. Ainda assim é aconselhado que faça uma consulta de saúde do viajante. Saiba mais aqui
Organização e maiores informações:

website: www.latitudes.com.br
e-mail: dederamos@latitudes.com.br
Phone: (+ 55) 11 3045 7740 (+ 55) 11 3045 7740
Cel Phone: (+ 55) 11 9774 7551 (+ 55) 11 9774 7551
R. Clodomiro Amazonas, 1158 cj 62
São Paulo - SP - Brasil - CEP 04537-002

Viagem à Índia, uma experiência de vida
Muito mais do que uma simples viagem, visitar terras indianas é com certeza uma experiência de vida. Esta será uma viagem diferente de todas quantas você já tenha feito ou possa imaginar. Índia é um subcontinente, uma terra imensa, incógnita e cheia de mistérios. Ao evocar seu nome, pensamos em exotismo, yogis meditando, paisagens luxuriantes, desertos escaldantes, cordilheiras de majestosos picos nevados, tigres e elefantes, histórias de princesas e marajás, heróis alados e seres míticos com múltiplos braços. Você poderá amá-la ou odiá-la, mas você nunca irá ignorá-la. É um país tão vasto quanto populoso, tão luxuoso quanto pobre.
Mas a Índia é muito mais que isso. Pode ser a experiência da sua vida. Nada é lá do jeito que a gente possa imaginar. A Índia é basicamente o que você fizer dela, e o que você quiser que ela seja. Se você quiser ver templos, achará lá uma profusão de estilos arquitetónicos capaz de confundir qualquer um. Se você procurar história, não é o que falta: seus fortes, cidades abandonadas, ruínas, campos de batalha e monumentos, têm inúmeras histórias para contar.
Se você quiser simplesmente deitar na praia, encontrará areia suficiente para satisfazer os gostos mais exigentes, mesmo os dos portugueses. Se você gostar de trekking, caminhadas, escalada e vida ao ar livre, existem as rotas do Himalaya, com opções para todos os níveis. Se for gourmet, e desejar dedicar a sua viagem à exaltação do paladar, encontrará na Índia uma verdadeira sinfonia de deliciosos sabores e aromas na exótica e elaborada gastronomia local. Se você gostar de Yoga, lembre que foi neste pais que ele nasceu, e é onde se concentra a nata do conhecimento sobre esta filosofia até hoje.

Se você quiser conhecer a Índia real, a encontrará em todas as esquinas. Uma viagem de trem ou avião pode não ser sempre divertida, mas certamente é uma experiência e tanto. Índia é um país por onde você não apenas "passa", mas onde fica imerso numa experiência total, em que seus sentidos serão assaltados a cada instante por sensações novas e diferentes. Em suma, um lugar que você não esquecará tão facilmente.
A estonteante diversidade cultural, aliada ao verdadeiro caldeirão étnico que constitui o seu bilhão de habitantes, tornam esse país único e imprevisível. Bhárata mata, a "Mãe Índia", como é chamada pelos próprios indianos, conjuga ao mesmo tempo os contrastes presentes em qualquer país do mundo emergente com as bucólicas paisagens rurais, onde o tempo parece haver parado.
É um lugar onde, por exemplo, há computadores que funcionam movidos a estrume de vaca queimado. Este país é o segundo maior berço de PhDs, doutores em filosofia, logo após os Estados Unidos, além de ser o maior produtor mundial de filmes e a terceira potência mundial em livros editados. É igualmente líder em pesquisas sobre disciplinas tao diversas quanto física nuclear, matemáticas, arqueologia e computação, entre outras.
Ao mesmo tempo, há lugares onde não existe eletricidade, e o arroz continua a ser plantado como há milênios atrás. Lá surgiram as primeiras cidades da história e as primeiras culturas urbanas. Na Índia nasceram, a partir dos rituais vêdicos, as ciências exatas: matemáticas, astronomia, arquitetura e engenharia. Elas se desenvolveram a partir da aplicação secular dos recursos rituais.
O hinduísmo, sem ser uma religião propriamente dita, pois não possui um fundador, nem profetas, nem um único livro sagrado, assume uma diversidade assustadora de formas de culto, e é a expressão da vida espiritual de grande maioria da população, embora existam lá minorias de outras religiões como a muçulmana, a cristã, a sikh, a parsi e a judaica.
Perguntas mais Frequentes sobre a viagem
1) A primeira dúvida é quanto ao clima que encontraremos nesta época em que vamos. Estará frio? O quão frio?
Fevereiro já não estará tão frio como no fim do ano, mas é sempre bom levar roupas quentes. Manhãs e noites geralmente são mais frias. Durante o dia a temperatura aumenta.
2) Que tipo de roupa sugere-se levar?
Para as mulheres, seria conveniente roupas que cobrissem os ombros e os tornozelos. Geralmente, as manhãs são muito frias, mas depois melhora ao longo do dia. Depois que o sol se põe, a temperatura cai abruptamente. Cedo pela manhã, não hora das práticas estará ainda frio. É divertido comprar e usar algumas roupas locais, como o kurta pijama ou o sari para as meninas, e dhotis, lungis ou jotpuri suits para os meninos. Outra coisa bem prática é apenas usar um chale, chique e caro ou bem barato (que você pode comprar lá mesmo, na rua), jogado sobre os ombros quando estiver exposto(a) ao frio ou meditando de manhã. A solução ideal para as diferentes temperaturas durante o dia, é o que chamamos de moda cebola, camadas de agasalhos que vão sendo tiradas ao longo do dia.
3) Faremos práticas também?
Sim, definitivamente. Estamos solicitando espaços adequados para essa finalidade, para todos os hotéis onde nos hospedaremos. Excepcionalmente, haverá na viagem um par de dias nos quais os deslocamentos não nos permitirão praticar de manhã.
4) Devemos levar muitas roupas de prática?
O suficiente. Dê preferência para roupas mais soltas, que não marquem os contornos do corpo. Evite roupas colantes ou que deixem os ombros à mostra quando for praticar junto com indianos. Para eles, os ombros e tornozelos são mais sensuais que o peito ou a barriga.
5) Tapetinhos de prática, a gente leva ou compra por lá?
É melhor levar daqui. Os de lá são de juta, uma fibra mais grossa que o sisal, e picam muito.
6) Pode nos dizer alguma coisa em relação aos passeios a pé pelas montanhas?
Esta pergunta é específica para quem for nos acompanhar para a extensão na área de Rishikesh. Para fazer esses passeios, recomenda-se ir pensando em adquirir hoje um certo grau de treinamento, pedalando ou andando bastante a pé dentro mesmo da sua cidade, para que, chegada a hora de andar nas alturas, isso não lhe custe um esforço muito grande. No entanto, como os passeios a pé pelas montanhas são opcionais, você só participará se se sentir em condições e com vontade de fazê-los.
7) Vai dar para lavar roupa lá?
Nos hotéis você pode solicitar o laundry service. Os hotéis são bons, e todos têm esse tipo de serviço. No Ashram, você lava suas próprias roupas ou contrata um dhobi wallah para fazer isso por você. Eu posso negociar para o grupo, caso haja mais de uma pessoa precisando do wallah que lava.
8) A outra dúvida é quanto ao dinheiro. Quanto você acha que a gente deve levar?
Depende do que você quiser trazer de volta. Se você quer o melhor harmônio, reserve um bom dinheiro para isso. Se quiser decorar ou mobiliar sua casa, com tapetes e objetos, considere levar uma boa quantia destinada especificamente a essa finalidade. O que se recomenda é levar uns 1000 euros, just in case, não porque você irá gastar todo esse dinheiro, senão por qualquer eventualidade que possa surgir, ou para trazer alguma lembrança. Livros são muito baratos. Para quem lê bem em inglês, esta pode ser uma ótima chance para completar a biblioteca de Yoga. Você não carrega os livros, mas envia por correio para seu endereço, como material impresso, que aliás, é bem mais barato do que o correio normal.
9) Quanto e que tipo de dinheiro devo levar?
A alimentação na Índia é barata e com 25€ por dia comemos duas boas refeições. Taxas de embarque e gorjetas não estão incluídas e o artesanato indiano é bonito e barato. Importante: Nossa recomendação é levar o dinheiro dividido em Cartão de Débito (não é cartão de crédito, mas um cartão que possa ser usado para fazer retiradas de dinheiro em caixas eletrônicos lá), cartão de crédito normal (Visa ou Mastercard, eles não aceitam American Express) e dólares ou euros. Se levar dólares lembrar que devem ser as notas novas, com as caras dos presidentes “grandes” e não as notas antigas. Também de preferência que não contenham nenhuma rasura.
10) E em relação à água e à alimentação?
Recomenda-se beber e escovar os dentes usando apenas água engarrafada. Essa água é filtrada e tratada pelo processo de purificação com raios ultra-violeta. Não é preciso levar aquelas pastilhas de cloro para purificar essa água. No entanto, é desejável sempre constatar se as garrafas que adquirimos estão seladas com o selo do fabricante, já que alguns comerciantes inescrupulosos chegam a rechear as garrafas para revender. É preciso fazer uma adaptação gradual à comida indiana, que é bem temperada e bastante diferente da nossa. Sobre o capítulo custo da alimentação: um bom jantar pode custar 6€ dólares (fora dos centros urbanos grandes, onde os preços aumentam). Geralmente, em Rishikesh ou Pushkar, é bem menos do que isso. O que se chama rasta food (“comida de rua”; rasta = “rua” em hindi) é bem mais barato (embora muito gostosa, essa comida é só recomendável para os mais ousados). Nos hotéis, a alimentação é de modo geral um pouco mais cara, mas é possível pedir em quase todos eles comida continental (ocidental), sem tempero. Legal mesmo é sair andando pelas ruas, se engalfinhando nos botecos e experimentar o real stuff da Índia, que além de ser mais barato, é mais saboroso.
11) O que a gente deve levar?
Olha, eu nunca levei nada, e o que precisei sempre achei por lá mesmo, tipo remédios para dor de barriga ou cabeça. Conheço alguns remédios ayurvêdicos e dou prioridade para eles em caso de diarréias, enxaquecas, etc. Porém, conheço gente que carrega daqui até a água, o papel higiênico, etc. O único que eu levaria, se fosse menina, seria um lenços de papel, um par de pacotes de pensos higiénicos para o período menstrual.
12) E em relação aos medicamentos?
O kit básico de medicamentos para qualquer viagem deveria incluir o seguinte: 1) um anti-inflamatório (pode ser NIMED ou BRUFEN 400, para dores musculares), 2) um anti-pirético (como PARACETAMOL (ben-u-ron 1g) para febres e dores menores), 3) um anti-emético (PRIMPERAM, para vómitos), e 4) um anti-diarréico (IMODIUM). Fora isso, é conveniente levar alguns curativos. Ainda, é bom lembrar de levar outros medicamentos que você esteja usando regularmente. (Agradecimentos ao Dr. Osmar Martins pela consultoria.) Todos eles têm instruções.
Recomendamos ainda OMEPRAZOL 20mg para a azia, Saquetas de DIORALYTE para casos de desidratação em casos de gastroenterites, BETADINE dérmico que se vende em frascos muito pequenos para desinfectar feridas ou bolhas e o simples curita e finalmente um repelente. (Agradecimentos à Dra. Joana Martins pela ajuda).
Quanto à malária nunca conhecemos ninguém que tivesse apanhado malária na Índia nas várias viagens que fizemos. Lembre que a India é um lugar muito seguro, mas que por momentos pode ficar chato se a gente não souber lidar com determinadas situações. Em termos de saúde pública e assistência, leve em consideração que você não estará indo para o fim do mundo, mas para lugares com uma certa estrutura.
13) Estava pensando em comprar um harmônio para começar a aprender, você tem idéia do preço?
A faixa de preços vai de 300 dólares um bem razoável, a mais de 1000 dólares um hiper pro. Um bem simples pode sair por 100 dólares. Posso levar os interessados em adquirir instrumentos numa loja bem encardida mas muito bacana, para escolhermos juntos. Vou levar meu afinador para checar a afinação dos instrumentos que a galera possa querer comprar
14) Outras dicas importantes.
É recomendável trocar dinheiro logo na chegada, no aeroporto. Para ganhar tempo e agilizar a saída do aeroporto, você e seu bandhu (veja quem é seu bandhu mais abaixo) podem trocar dinheiro juntos. Os hotéis que selecionamos para este roteiro são muito bons. O desjejum (pequeno almoço) indiano é bem farto.
15) Três anjos para cuidar de todos nós, um anjo para cuidar de mim...
Miguel, Ângela e Pedro irão zelar pela segurança, a comunicação, e o bem-estar de todos os membros do grupo. Eles irão dividir e se revezar nas tarefas de comunicação interna (com o grupo), e externa (com a administração do Ashram, as gerências dos hotéis, os agentes de rafting, os representantes da Latitudes nos diferentes locais a serem visitados, etc.). No entanto, para facilitar o convívio e agilizar as questões formais em relação a pontualidade, horários, apoio mútuo, etc., recomendamos que cada pessoa no grupo escolha um parceiro, a quem chamará bandhu, que significa “irmão” em hindi. Assim, nosso bandhu será a pessoa que zela por nós, e nós cuidaremos igualmente dela. Se, por exemplo, eu estiver com dor de cabeça, meu bandhu é a pessoa que irá providenciar uma aspirina e um copo d’água para mim.
Se meu bandhu se atrasar numa saída ou no retorno de um passeio, eu irei chamá-lo, pois sempre saberei onde localizá-lo. Essa pessoa pode ser o nosso próprio companheiro de quarto. Para que o grupo como uma unidade possa fluir bem, é essencial a cooperação de todos. Cada bandhu deve ser responsável pela comunicação com Miguel, Ângela ou Pedro, caso algo não esteja indo bem com seu (ou sua) companheiro(a). Lembremos que é fundamental, para uma viagem bem sucedida, que o grupo esteja em sintonia, e que exista pontualidade, compreensão, comunicação e respeito mútuos.

Namastê! |